quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

           Mas como alimentar um grande amor 






     Mais um ano se findou como diz um grande mestre contemporâneo (Pr. Ezequias Amanso Marins) É hora de sermos um pouco melhor é hora de amarmos mais de tolerarmos mais e porque não dizer arriscamos mais. A ousadia faz parte do nosso crescimento como pessoa humana.
vivemos dias tão  difícil em relação ao amor, não se ama pai, não se ama mãe , não se ama filhos, não se ama irmãos, marido e mulher cumprem apenas um papel social . 
       Isso não falando do próximo que as vezes por circunstâncias  alheia a sua vontade estão tão distantes, nossos melhores amigos estão em redes sociais como: msn, twiter, faccebook , orkut e outros mais, claro que gosto de tudo que a informática tem de bom para o ser humano, só que o que estamos vivendo é um OSTRACÍSMO sem medidas é uma verdadeira exclussão. As histórias de amor sempre se repetem, diferenças a parte, sempre experimentamos uma certa doze de prazer, e de dor, seja na ternura do enamoramento, seja na paixão fascinante, seja no forno brando do amor que nasce em longas datas de amizade, sempre aquele transtorno quente, aquela febre suave, aquele medo de sofrer a dor primal.                         
      As fronteiras  aos poucos são ultrapassadas, e isso garante a conquista. Mas em matéria de amor não existe vencedores e perdedores, somente existe o compartilhar de um estado de espirito único, vivido entre duas pessoas .
     Todos somos um pouco careta quando estamos envolvidos. Temos dificuldades de lidar com o desconhecido afetivo,em enxergar no horizonte nosso futuro eternamente feliz. Mudamos a cada segundo e achamos difícil acreditar que podemos desejar ser amado para sempre.
longe,distante de tudo, afastado da vida e do prazer, parece ser o futuro de todo amor. Paramos de acreditar em contos de fadas a muito tempo... ... Lá na infância sonhávamos com príncipes  e princesas e com o famoso " FELIZES PARA SEMPRE" ! Mas crescemos e perdemos algo essencial para vida.
     Porém, achamos que ganhamos mas com a fria percepção da realidade, o controle sobre nossas vidas, a noção que temos de nós mesmo, aquela ideia preconcebida sobre tudo.
     Adultos apaixonados, idosos amantes, pessoas com deficiência enamarando, o dilema da escolha entre nossa tediosa vidinha que o tempo consome e a heróica luta pela relação do amor com a vida, de cada um de nós.
     As adaptações daquilo que fica bem, daquilo que esperam de nós, da ética puritana de hoje e de sempre, lenta e perigosamente, vai nos transformando em pessoas limitadas, preconceituosas, mesquinhas e invejosas.
    Criticamos quem se arrisca por caminhos novos, que rompem com padrões por pura vontade de viver, os que buscam as superações dos seus limites aventurando-se na vida afetiva sem temores bobos sem um plano determinado.
    Envolvimento afetivo é sinônimo de maturidade afetiva. Consegue se envolver quem não tem medo de sofrer, quem não quer fazer ninguém sofrer.
    Homens e mulheres maduros afetivamentes cuidam dos relacionamentos mostram empatias com o parceiro e expressam os seus sentimentos claros assertivos. jogos manipulativos falta de responsabilidades e não comprometimentos são típicos dos inseguros emocionais, pessoas que não toleram frustrações.              Envolvimentos com os afetos, levam a sério nossos sentimentos e das pessoas que nos cercam e formas ideais de crescimento emocional. As pessoas não são nações mas também podem ser conquistada                                              E muito difícil tornar-se especial para alguém. somente depois de termos passado por inúmeras provas somos eleito para fazer parte do pequeno circulo de intimidade de alguém.Na conquista amorosa as provas são  mas difícieis  ainda habita dentro do circulo mágico do coração de alguém e é o maior de todos os prêmios.
    Mas como alimentar um grande amor?Como não se tornar um pedaço do outro? Como não se confundir no ser amado? Como não ter o outro totalmente, para poder deseja-lo a cada instante e eternamente?             Alimentar o ser amado com liberdade, sexo,  companherísmo, cumplicidade e fidelidade.
    Lembrar datas importante para o casal,dar pequenas lembranças inesperadas, escrever bilhetes de amor , acordar  com bom humor e sempre dormir em paz... ... Não deixar a pessoa amada insegura , não brincar com o ciúme a insegurança e os fantasmas do outro. Sempre procurar a melhor interpretaçao das falhas do outro, valorizar as intenções, parar as ironias e criticas sobre pequenas fraquezas. Deixar o ser amado crescer, incentivar as mudanças, a transformação e renovação, não entra em pânico a cada passo solitário do outro sem medo do abandono , permitir que a liberdade nos eleja para novas formas de amar o mesmo parceiro de décadas . Cuidar bem de nos mesmo . Alimentar sonhos, realizar desejos, tolerar frustrações ter paciência, compartilhar fraquezas e sucessos, manter uma certa independência e privacidade,assim o amor vai durar para sempre. 
     O sexo para sempre é o sexo que surge naturalmente, de uma multiplicidade de condições favoraveis, do desejo ardente, local apropriado, paz e tranquilidade para se desfrutar os momentos de prazer sem interrupções, o tempo suficiente para se realizar fantasias, satisfazer o corpo, abraçar e renovar os laços através das juras compartilhadas. 
     O mas importante em um relacionamento é amar o parceiro concessão, adaptações e sempre crescendo juntos, sabendo que se relacionar com alguém é sempre um desafio diário conquistar e ser conquistado, reconquistar e ser reconquistado pelo ao menos uma vez a cada  nova onda emocional.




                                                  JOEL TRANCOSO CLAUDINO                            12/01/2012















































quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A LUTA CONTINUA

DIA 03 DE DEZEMBRO PASSEATAS EM TODO O BRASILVAMOS LÁ GENTE, É A EFECIÊNCIA DO DEFICIÊNTE.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

AS MUITAS IMPLICAÇÕES DA DEFICIÊNCIA NOS CONTEXTOS FAMILIAR E SOCIAL


AS MUITAS IMPLICAÇÕES DA DEFICIÊNCIA NOS CONTEXTOS
                                    FAMILIAR E SOCIAL

     Não é de hoje que percebo a atmosfera de ansiedade com forte teor de preocupação que domina o cotidiano da maioria das mães, do futuro reservado a seus filhos com deficiência.
Cuidadora em tempo integral de seus filhos e guerreiras (in) substituíveis, essas mulheres embora desgastadas pelo absoluto fazer e pensar na prole apresentam-se aparentemente incansáveis e absolutamente determinadas no agir para cuidar do suprimento das necessidades físico-sensoriais, funcionais, emocionais, mentais e existenciais, de seus filhos.
     Aquele tipo de criatura que se esconde para chorar, só pra que seus filhos deficiente não flagre a exposição de sua face frágil e capaz de extravasar emoções contidas.
     Tenho ao longo destes anos ouvido destas mães sempre as mesmas histórias, procuro orienta-las. São mães de crianças e jovens com lesão cerebral, com síndrome de down, surdas, cegas, com deficiência física, entre outros acometimentos que envolvam alterações funcionais e sensoriais. Ouço sempre as mesmas frases quem irá assumir o meu lugar quando eu não mas estiver aqui? Porque não existe políticas públicas para a criação de instituições para abrigar pessoas com deficiência, após a morte de seus pais? Eles vão ficar onde? O que os governos tem feito neste campo e o que pode ser oferecer às famílias neste aspecto?
     Argumentam que não compeendem existirem tantos investimento do setor público e privado, balizando no atendimento de outros segmentos da sociedade, em contra partida inexiste iniciativas para criar unidades de longa permanência para pessoas com deficiência.
Uma delas me falou: Estou tão cansada com tudo isso e muito preocupada. Já não sou mais a mesma. Cuidar dele ( adulto com lesão cerebral ) o tempo todo, há trinta e dois anos...
     Com simples palavras descortinam perversas lacunas a serem preenchidas no contexto da sociedade contemporânea, a partir do momento em que se invista para a criação de espaços institucionais dignos para atender das pessoas com deficiência em tempo integral.
     Instituições que se prestem também a cuidar e assistir essas mulheres, dando-lhes suportes psicológico, atendimento aos problemas físico decorrente de excesso de peso que tiveram de assumir para não deixar seus filhos sem cuidados de higiene e conforto, além de longas caminhadas com eles em seus colos de um lado para o outro, entrando e saindo dos ônibus, etc. Isso não significa deixar de cuidar de seus filhos com deficiência, mas oferecer oportunidade para que elas também se cuidem e participem como voluntária nessas instituições, “ Gostaria de deixar claro que ninguém quer abandonar seus filhos nas instituições, ao contrário , elas querem participar de tudo de lá, cuidar deles, cozinhar, passar, aprender... Só que ficariam mais tranquilas para morrer, quando chegassem a hora”
  Esses são os desabafos que ouço, dúvidas comuns a tantas famílias e pessoas com deficiência, que precisam ser eliminadas a partir de mudanças de paradigma, de olhar, e sobretudo na forma convencional de se priorizar políticas e ações públicas. Penso que chegou a hora de rever conceitos métodos e fórmas pré-estabelecidas, dando margem para emergir de espaços participativos, oportunidades para nos coadunar melhor com a sintonia da realidade.
     Conquistas não acontecem por acaso. Relutam de lutas, às vezes de uma única pessoa, outras vezes da coletividade. Pois bem a luta da pessoa com deficiência tem o apoio de diversas organizações por todo o mundo. Todos interagem para a construção de uma sociedade mais justa.

                           JOEL TRANCOSO CLAUDINO 

História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil 1/5

História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil 5/5

História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil 2/5

História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil 1/5